Beautiful People

Vive a tua Luz

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Sempre fui uma pessoa receptiva à mudança. Quem me conhece bem sabe que digo muitas vezes: Preciso de mudar a minha vida! Começo com entusiasmo, consigo algumas conquistas, mas depois acabo por não conseguir completar essa mudança.

 

Mas desta vez é diferente. Fui mãe em Maio e nos últimos meses de gravidez tive de ficar em repouso e acabei por ter muito tempo para pensar...apenas eu em silêncio.

A primeira vez que olhei para a minha bebé, todo o meu mundo parou e fez-se magia. Nunca um olhar foi tão poderoso, nunca um abraço foi tão intenso. Conhecíamo-nos  há segundos e já estava completamente apaixonada. Quando fui mãe, a minha mente levou uma lufada de ar fresco, senti que tudo aquilo que não era importante desapareceu e só fiquei com aquilo que era realmente essencial. Senti-me leve. Apesar do medo e insegurança que senti, por saber que o Universo me tinha oferecido aquela dádiva para cuidar, senti-me leve. As minhas prioridades mudaram, percebi aquilo que era realmente importante. Foi como uma chamada de atenção.

Pode parecer um cliché, mas aquilo que senti foi gratidão por poder experienciar aquele milagre. O meu corpo foi capaz de gerar um ser perfeito e saudável.

Passei a viver eternamente grata, muito mais conectada com a Natureza e a querer cuidar de mim como até aqui nunca tinha cuidado. A maternidade foi e é mágica para mim. Não só vivo grata, como quero, mais do que nunca, ser a melhor versão de mim mesma. Quero ser uma mãe serena e passar essa tranquilidade para a minha bebé e um dia poder vir a ser uma inspiração também para ela.

 Tem vindo a ser uma mudança gradual, mas sinto que desta vez será diferente. Muito obrigada Inês Nunes Pimentel pela inspiração! #viveatualuz

Escuta o teu corpo

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Acredito que os bons livros nos trazem algo que nos ajuda a tornar num ser humano melhor. Pode ser uma pequena frase, uma expressão, uma ideia...

A verdade é que este livro me inspirou a querer fazer mais e melhor, me inspirou a parar para sentir, para pensar e definir aquilo que é melhor para mim.

 

Naquele dia, deixei de carregar o urso às costas!

Pode parecer estranho, mas este foi o grande ensinamento para mim deste livro.

A forma como a Francisca nos faz aperceber do stress que carregamos todos os dias é para mim delicioso e tão simples de entender.

O nosso corpo não tem a capacidade de diferenciar o stress a que estamos sujeitos se estivermos a fugir desalmadamente de um urso na floresta ou se apenas estivermos a correr porque estamos atrasados para o trabalho. Ou seja, em situação de stress, o nosso corpo reage da mesma forma. Quando estamos em stress, o nosso corpo produz cortisol que bloqueia os vários sistemas e tem como principal função elevar os níveis de energia para que o corpo consiga responder rapidamente à situação que o deixou em stress. Se estivermos efetivamente a fugir de um urso, precisamos dessa energia extra desbloqueada, no entanto, se apenas estivermos atrasados para o trabalho, essa energia extra não vai ser utilizada porque entretanto já chegámos e já estamos sentadinhos no nosso posto. O que acontece logo a seguir? O nosso corpo armazena esta energia sob a forma de gordura! A tão famosa barriguinha provocada pelo stress!

Depois de ler este livro, percebi que todos os dias eu levava um urso para o trabalho. Nem sempre fui assim, mas ultimamente acordava tarde e fazia tudo a correr, ou seja, sempre com um urso atrás de mim!

Foi uma forma tão simples de perceber o mal que estava a fazer a mim própria e com isso surgiu a vontade de querer fazer diferente!

Obrigada Francisca!

Todos os dias são dias de celebrar...

Todos os dias são dias de celebrar o Amor, as gargalhadas, os olhares, o silêncio e  as palavras, os beijos com sabor a mel, as saudades que advinham um abraço apertado no reencontro, a firmeza delicada das nossas mãos dadas, as asas que nos fazem voar, o que vivemos lado a lado e o que ainda vamos viver, a forma como és a minha rocha, o meu porto de abrigo que me recebe sempre, incondicionalmente, de braços abertos, os olhinhos brilhantes da nossa filha que todos os dias me fazem agradecer este estado de puro amor.   Gosto de ti todos os dias...e sempre mais um bocadinho.   Hoje partilho aquele que há 3 anos foi um dia mágico para nós!  

Todos os dias são dias de celebrar o Amor, as gargalhadas, os olhares, o silêncio e  as palavras, os beijos com sabor a mel, as saudades que advinham um abraço apertado no reencontro, a firmeza delicada das nossas mãos dadas, as asas que nos fazem voar, o que vivemos lado a lado e o que ainda vamos viver, a forma como és a minha rocha, o meu porto de abrigo que me recebe sempre, incondicionalmente, de braços abertos, os olhinhos brilhantes da nossa filha que todos os dias me fazem agradecer este estado de puro amor. 

Gosto de ti todos os dias...e sempre mais um bocadinho. 

Hoje partilho aquele que há 3 anos foi um dia mágico para nós!
 

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Todas as fotografias deste post são da autoria da Retractus. Adorei o resultado final!

É sempre bom ter uma sopa por perto...

A minha irmã gosta de avaliar a bondade das pessoas pelo gesto de oferecerem um prato de sopa. Ou seja, o pensamento é algo como:    
     "Se eu estiver numa situação desesperada, será que aquela pessoa me dá um prato de sopa?" - Se a resposta for sim, então estamos perante uma boa pessoa!


Parece-me engraçada esta forma de avaliar as pessoas. E o melhor é que é uma forma simples e muito concreta de olharmos para quem nos rodeia. A pergunta é directa e a resposta é fácil de encontrar sem grandes hesitações. Não questiona se essa pessoa é sincera, se é verdadeira, se é íntegra, se é amável, se tem um bom coração...a resposta à pergunta que coloca é suficiente para perceber tudo isso.


Esta pergunta já é algo que oiço há bastante tempo. Lembro-me de fazermos pequenos "jogos" em que ficávamos a enumerar pessoas que conhecíamos e a colocar esta questão...podiam ser vizinhos, actores, cantores, pessoas conhecidas, o senhor da mercearia, a senhora que nos servia o café todos os dias...o céu era o limite!

 

{My sister likes to evaluate the people kindness by the gesture of offering a bowl of soup, i.e, the thought is something like: "If I'm in a desperate situation, will that person give me a bowl of soup?" - If the answer is yes, then it’s a kind person!

To me it’s a funny way of evaluating people, and the best thing is that it’s a simple and concrete way to look at those around us. The question is straightforward and the answer is easy to find without much hesitation. She does not ask whether this person is sincere, if is a true person, if is of integrity, if is kind, if it has a good heart ... the answer to the question that arises is enough to realize all this.
This question is something I hear for a long time. I remember doing small "games" where we were to list people we knew and to place this question... they could be neighbors, actors, singers, known people, the guy from the grocery store, the lady who served us coffee every day... the sky was the limit!}

Convidei a minha irmã para prepararmos uma sopa e voltarmos a fazer a nossa "lista" de boas pessoas. É sempre engraçado voltarmos fazer este "jogo"...acaba por ser um momento de forte cumplicidade e de grandes gargalhadas! Às vezes, é bom simplificar as coisas...

{I invited my sister to prepare a soup and do our "list" of good people one more time. It's always funny to go back to this "game"... it turns out to be a time of strong complicity and big laughs! Sometimes it’s good to simplify things ...}